quarta-feira, 4 de março de 2009

Atividade: visitando uma banca

Registra a wikipédia que as bancas de jornal e os jornaleiros são a última etapa da cadeia de produção e distribuição dos produtos de jornalismo impresso e editoriais.
Nas grandes cidades brasileiras, as bancas são quiosques de venda de publicações periódicas, instaladas em pontos estratégicos como esquinas e avenidas de grande movimento.
Nos EUA, por outro lado, a maior parte dos jornais é vendida em máquinas automáticas acionadas com moedas. Em alguns outros países, os jornais e revistas são vendidos em livrarias, tabacarias, charutarias, bombonieres e outras lojas específicas.


Os jornaleiros (ou gazeteiros), que vendem exemplares avulsos na rua, costumam trabalhar pelo sistema de consignação, recebendo comissão percentual ao valor de cada jornal ou revista vendido e devolvendo à distribuidora ou editora os exemplares não vendidos ("encalhados").

Os produtos mais comumente vendidos em bancas de jornal são, entre outros:

jornais - revistas - revistas de histórias em quadrinhos ou gibis - álbuns de figurinhas e seus respectivos cromos colecionáveis

Recentemente, a estratégia de marketing das editoras e jornais tem incluído a comercialização conjunta de produtos de valor agregado e colecionáveis — como CDs e DVDs, ou até mesmo atlas e enciclopédias encartados em fascículos —, que vêm incluídos no preço da publicação ou que podem ser adquiridos opcionalmente por um custo adicional. Em certos casos, a receita da venda destes produtos não vai para o jornaleiro, e sim para a editora.


Bancas de jornal também costumam vender outros artigos de pequeno valor não-relacionados a publicações, como isqueiros, cigarros, cartões telefônicos e pilhas.


Uma tendência que vem crescendo na Europa e em outros países do Primeiro Mundo é a distribuição gratuita de jornais, em metrôs e supermercados. Estes jornais são mantidos exclusivamente pela receita publicitária, em lugar da venda. Nestes casos, as bancas são dispensáveis para a circulação, o que às vezes atrai a antipatia por parte dos jornaleiros contra estas publicações.


Além das bancas de jornal, as publicações editoriais ou periódicas têm como alternativa para distribuição também os sistemas de assinatura ou subscrição.


No Brasil, o Dia do Jornaleiro é instituído no dia 15 de novembro.
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Exercício proposto:
Visite uma banca de jornais/revistas e faça uma "pesquisa-experiência" nela.
Aguce a curiosidade e veja quais publicações estão em detaque, converse com o jornaleiro e saiba das revistas mais procuradas, investigue o tipo de leitor/consumidor que frequenta o estabelecimento, vivencie esta visita e narre aqui (nos comentários) sua experiência.
Diga os pontos que mais lhe chamaram à atenção durante a pesquisa e o por quê.
Não se esqueça de assinar a postagem.
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Prazo: Sexta-feira 06/03/2009 - atividade avaliativa
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21 comentários:

Maressa disse...

Tive a oportunidade de escolher a Super Banca que se localiza na 314 Sul, a proprietária da banca se chama Rose, que por sinal foi super simpática comigo, ela me passou algumas informações com relação revistas mais procuradas, o tipo de leitor/consumidor que freqüenta o estabelecimento e o modo que trata seus clientes. Com relação as revistas mais procuradas ela disse que para o público feminino está sendo a revista Moda e Nova, já para o público masculino a mais requisitada é a Veja e Istoé, ela falou que o público que mais freqüenta sua banca são os próprios moradores das entre quadras que são leitores e compradores assíduos.Observei que a banca em si da muita ênfase as revistas de emagrecimento, revistas alternativas para se ter uma saúde melhor. Com relação aos jornais que são mais vendidos na banca Rose me informou que o Jornal de Brasília está sendo o mais vendido do que o próprio Correio Braziliense que tem muita mais tempo no mercado aqui DF. O que mais me chamou atenção na banca foi o modo como as pessoas se sentem tão à vontade dentro do estabelecimento, tem um vinculo de amizade com a proprietária, Rose fala que o ponto chave de sucesso por ter a banca a mais de 10 anos, é o seu atendimento com seus clientes, ela procura conquistar e depois criar um cartela de clientes para a fidelização, fazendo com que seus clientes voltem sempre para seu ponto de lazer e cultura.

Maressa Argente
7° semestre Noturno

luciana disse...

Nesta última quinta-feira visitei a banca de jornal localizada na QE 12 do Guará I. A responsável é a Sra Valéria, que está la a quase trinta anos.
As revistas mais procuradas sem duvida são as do público infantil.Diz a proprietária que é conhecida por tada visinhansa.Por se localizar próximo a uma escola do ensino médio e infantil os alunos sempre frequentam a sua Banca. As revistas mais procuradas pelo publico feminino são as revistas que tratam de beleza, comportamento e etc.Para o público masculino como a maioria deles são crianças e adolecentes uma das mais vendidas são as revistas de Tatooagem, fora as revistas do publico adulto que são revistas como a Veja. Valéria também fala sobre sua paixão sobre as revistas que tem desde sua adolecencia que a levou a abrir a sua própria banca de jornal.

Luciana Araújo
7° Semestre Noturno

Adriana disse...

html

Lorena disse...

Visitei uma banca com o nome um tanto quanto simples:“Banca de Jornais e Revistas” localizada na QE 32 no Guará II. A banca de revistas tem como os jornais mais vendidos os locais. O Correio Braziliense é o mais vendido e em segundo o Jornal de Brasília. Nas revistas os títulos mais procurados são: Veja, Isto é e em geral aquelas voltadas para o público feminino como Marie Claire, Cláudia e Capricho. Para o público masculino a Playboy é a preferida e há edições que o proprietário precisa pedir mais exemplares à distribuidora. As revistas que tratam temas como informática e esportes também são bem requisitadas. Segundo o Senhor Moura, proprietário da banca há dois anos, os consumidores são classes sociais bem distintas e a banca costuma ser mais movimentada na parte da manhã. “A busca pelas palavras cruzadas é muito grand e os gibis fazem muito sucesso com a criançada.” Afirma Moura. “Cada faixa etária busca algo que supra suas necessidades por conhecimento e também que os entretenha, as revistas e o jornais fazem isso com êxito.” completa o simpático proprietário e vendedor da banca.

Adriana disse...

Nesta quinta feira tive o imenso prazer em conhecer a Banca nova vida, que se localiza na Candangolãndia. Esse é o nome que a proprietária Dr.Marluci adotou para clama lá. A mais de oito anos trabalhando nessa Banca de Jornal,ela comenta que além de ter o seu próprio negócio é uma terapia para sua vida.Advogada aposentada, Marluci vê a sua Banca como uma nova vida, por passar a maior parte do tempo em casa depois que se aposentou, resolveu dar a volta por cima dando um adeus a depressão e unindo as duas coisas que ela mais adora , ler e dialogar, essas são as coisas fundamentais para uma velhice mais feliz, comenta Marluci.
Nessa Banca o que mais me chamou a atenção são as revistas distribuidas na frente da Banca, nada de mulheres peladas, Pleyboy ném pensar, não na entrada de sua Banca, mas sim capas de vários jornais como Correio, Jornal de Brasilia e revistas para o público feminino, como por exemplo, Nova , Capricho, Manequim e principalmente a Veja por ser a Arevista mais vendida para a minha surpresa. Outro jornal muito bem vendido é a Folha Dirigida á escolhida dos concurseiros de plantão. Ela particulamente faz coleção da revista a Voz d o Advogado, mas sua paixão é a Manequim, como ela disse:''estar atualizada é estar na moda.
Mas a sua principal clientela fica para as crianças, que são grandes compradores das histórias em quadrinho.E o correio sempre tem o seu cliente fiel. Conta Marluci que apezar de cada cliente ter a sua preferência , nunca deixa de dar o seu palpite. Adriana Régila

karolline disse...

KAROLLINE SOARES - “Flor de Liz” é o nome da banca de revistas que visitei na 116 do final da W3 Norte, ao lado do Setor Hospitalar. A responsável é a Cleidiane Pereira, 22, porém não a dona da banca. Cleidiane falou que em relação ao público feminino, as revistas mais vendidas são: Revista Gloss da Editora Abril, “nova” no mercado, mas muito procurada. A Capricho (Editora Abril) e a Criativa (Editora Globo) também são alvos. Já o público masculino procura muito pela Revista Quatro Rodas, da Abril, que fala de lançamentos de automóveis, testes comparativos e tudo sobre carro. Em geral, as revistas que mais saem, são: Veja, Isto é, Caras e Contigo. Cleidiane afirmou que essas, são as que não duram muito tempo na banca. A revista “Recreio” da Editora Abril, é a “fraqueza” da criançada, pois além de atrativa, ela vem com brindes diversificados em cada edição. Outra grande atração infantil é a coleção dos mangás da turma da Mônica, que já está na sua sétima edição. A parte de colinária, a mais vendida é a revista do Edu Guedes (Editora Alta Astral) , um dos apresentares de um programa na TV Record e chefe de cozinha. A revista “Arquitetura e Construção” da Editora Abril nesse segmento é a mais procurada. Na parte de entretenimento, as revistas Playboy e Sexy são as mais apreciadas.

Maroa Pozzebom disse...

Banca de Revista

Enciclopédia, parque de diversões ou túnel do tempo ? Um pouco de cada um, as bancas de revistas, que surgem nas esquinas, nas estações e até mesmo nos supermercados, podem ser o portão de embarque para um mundo de diversões e descobertas. A banca de revista Nordeste em Taguatinga Sul( CSA 03) foi o local escolhido para o trabalho de campo. Observa-se que antes da instalação da banca é de vital importância ser pesquisado o poder aquisitivo da população da região e o tipo de comércio existente nas proximidades.Pontos de referência como supermercados, padarias, ponto de ônibus, etc... fazem com que os pedestres tenham uma certa freqüência e fidelidade. O espaço é sempre organizado com prateleiras (para acomodar as revistas), balcão e vitrines. E para facilitar para o leitor as publicações sempre estão em ordem alfabética e classificadas por categorias, como política, economia, ciência, história, notícia, etc. As publicações geralmente são: diárias, semanais, quinzenais e mensais. Os jornais especificamente, são os primeiros a serem entregues nas bancas e os primeiros a serem vendidos. Mas a venda de revistas, representa a maior parte do volume de comercialização nas bancas. Identificar o seu público alvo e atendê-lo com um estoque variado de publicações, é essencial neste tipo de empreendimento, segundo o proprietário da banca Geraldo Oliveira. A pontualidade no atendimento do cliente que encomenda alguma publicação também é fator considerável para o sucesso do negócio." Cada publicação é como um capítulo de uma novela, indispensável". A comercialização de revistas, representa a maior parte do volume de comercialização nas bancas. As publicações são adquiridas sob regime de consignação.O grande problema enfrentado atualmente pelas bancas são as campanhas promocionais de assinaturas de jornais/revistas com entregas ao próprio consumidor final. Para enfrentar esta situação apenas o bom atendimento e até a possibilidade de entregas poderão surtir efeito. Entretanto, existe ainda uma essência única nas bancas: a conversa de bairro. Pessoas que são amantes da leitura e da informação não gostam apenas de ler, mas de discutir, confrontar e trocar idéias adquiridas. Vizinhos, conhecidos e amigos se encontram diariamente quase no mesmo horário para criar um campo de idéias e discussões. Para Jurandir da Costa, é indispensável esse encontro: " sinceramente isso para mim é hora sagrada. Não há nada melhro do que aprender ou complementar a sua idéias/opinião com a interpretação das pessoas sobre um determinado assunto". Além da diversidade de opiniões a diversificação de produtos também é um fator marcante neste ramo, aonde os emprendedores acrescentam à linha básica de mercadorias outros produtos como cigarros, doces, refrigerantes, cartões telefônicos, cartões para celular, CD ROM's de todos os gêneros, fitas de vídeo, materiais de papelaria adesivos, chaveiros, isqueiros, raspadinhas, sorvetes, etc. Existem bancas de jornal que chegam a parecer mini-mercados. Quem aplaude é o cliente, que pode ser atendido prontamente em muitas necessidades.

Marôa Pozzebom

7º semestre noturno - Jornalismo

06/03/2009

Andrea Regina disse...

A banca de revista Agenda, localizada na Galeria dos Estados, tem uma excelente movimentação. Os seus principais clientes são funcionários públicos e trabalhadores da iniciativa privada.
O espaço é pequeno e alguns exemplares são expostos em painéis na área de circulação da galeria, entre mesas e cadeiras dos restaurantes do local. No entanto, apesar dos poucos m², a banca é organizada e o ambiente é climatizado.
A maneira como as publicações são distribuídas é de acordo com o número de saída dos exemplares. E são as revistas femininas as donas do expositor principal na entrada da loja e responsáveis por 50% das vendas. Enquanto, o segundo e o terceiro painéis são compostos pelas revistas masculinas, infantis e livros para concursos, respectivamente.
Além do fácil acesso da banca, que favorece que um considerável número de jornais e revistas seja vendido, o seu diferencial está em não colocar as revistas eróticas nos pontos principais da loja.

Priscilla Vasconcelos disse...

Um mundo de variedades! É isso o que se pode encontrar na banca Nova Cultura, localizada na Qe 09 do Guará I. Em suas prateleiras a diversidade consegue agradar gregos e troianos. São exemplares que trazem para o público entretenimento, educação, informação, estudos científicos, resumos de novelas, páginas mágicas de histórias infantis e álbuns de figurinhas. Sobre o balcão estão expostas as revistas mais vendidas: Veja, Carta Capital e Isto é. Nas prateleiras ficam em destaque exemplares de Caras, Contigo, Cláudia e Capricho. As revistas femininas e as que trazem informações sobre novelas são muito procuradas e ficam em local de fácil acesso. Ao contrário das revistas masculinas que ficam em um local discreto. A criançada pode alcançar facilmente a revista de sua preferência são gibis e álbuns de figurinhas bem ao alcance dos pequenos curiosos. Basicamente, os clientes são os moradores das quadras vizinhas e os alunos do Centro Educacional 04. Uma característica bastante interessante da banca é que durante a semana ela fica aberta nos três turnos e o movimento é mais intenso nos períodos da manhã e noite.

Priscilla Vasconcelos

Wma Toraya disse...

Renato Freitas

A Banca de jornal e revistas da QE 38 no Guará II “Banca São Francisco” de Propriedade da Sra. Francisca Arlene, é uma banca bem estruturada e bem localizada na quadra. Em Tamanho grande 5x5m2, é uma banca bem centralizada e bem equipada com balcão, prateleiras e expositor, duas frizes em vertical com refrigerantes, caixinha de sucos e cervejas em lata. Lanches e salgados, e quatro mesas de bar do lado de fora da banca, para servir aos clientes.
Na Banca de jornal e revistas da QE 38, vende salgados, souvenis, cigarros e etc. Há uma grande variedade de revistas e jornais de local e de outros estados. A revista Veja, Isto É, Carta Capital e Época, são revistas de notícias e muito se destacam em vendas. Contigo, Nova e Caras, também, têm seu público alvo, embora sendo revistas de fofocas mas muito se destacam em vendas nessa banca.
Esta Banca São Francisco, na QE 38 do Guará II, está situada ao lado de um grande Colégio particular Rogacionistas, com alunos do ensino médio 1º e 2º Graus, com Turnos da manhã e da tarde, e que são frequentadores e clientes desta banca. Além dos lanches prontos para vender, tem artigos de pequeno valor não relacionados as publicações, cartão telefônico, pilhas e doces. Águas, refrigerante e material escolar.
São grandes as diversidades de produtos que possui para venda nesta Banca São Francisco na QE 38, que muitas vezes o cliente compra o jornal e ler no local, sentado em uma das mesas. E também, tem para venda: Livros, dicionários, gibis, álbuns de figurinha, Atlas com DVD, revistas e DVDs pornôs.
As bancas de jornal e revistas são grandes prestadoras de serviço a comunidade, e funcionam como micro empresas, regulamentadas pelas exigências legais da prefeitura com cargas tributárias. Essas bancas de jornal e revistas, atuam nas comunidades na divulgação dos grandes fatos como na difusão da cultura, do conhecimento e do desenvolvimento econômico que gera empregos diretos e indiretos e prestam serviços para população.
Portanto, uma banca de jornal e revista, tem uma grande responsabilidade e uma participação na sociedade, no que depende na divulgação da cultura e da informação da notícia, alem de prestadora de serviço. Por isso, é louvável a comemoração do dia do jornaleiro, 30 de setembro.

Thays disse...

Na banca de revistas da minha cidade, Residencial Santos Dumont, onde o proprietário é o Sr. Guiolino Pereira, pude observar e fazer uma análise sobre público leitor, exigência dos clientes, revistas mais procuradas e outros aspectos. Por ser a única banca de revista da cidade, os moradores não tem opção de banca, porém o dono da banca ganha muita clientela de todos os gostos.
Pude observar que público da preferência em revistas de artesanatos, pois na cidade tem pessoas com mais idade, além da cidade proporcionar cursos, mas a banca é completa tem de tudo e pode-se também serem solicitadas edições anteriores com o atendente da banca. As pessoas que freqüentam a banca sentem-se a super à vontade e com a ajuda do proprietário da banca que tem 30 anos de experiência na área, pode indicar o melhor conteúdo ao leitor, percebe-se que além de sair com a revista que queria embaixo do braço, os pais ainda divertem as crianças com um espaço atrás da banca para leitura.
Além da preferência feminina sobre artesanato, os homens procuram revistas de esportes e as crianças sempre dão o maior faturamento à banca, com a venda de CD`s, DVD`s e Brinquedos que complementam as revistas infantis, como por exemplo, a Recreio.
Diante do grande sucesso com as revistas de artesanato para as mulheres, para os homens não há revista interessante, a não ser aqueles que trabalham em função de acompanhar alguma revista específica, comenta a dona. Os homens sempre comprar jornais, de segunda a segunda, e o dia de mais tiragens vendidas é no domingo que além do caderno sobre atualidades, tem esporte, emprego e venda de carros.
Uma banca simples mais com conteúdo e um espaço para leitura infantil, um diferencial que atrai os leitores.

Patricia Vasconcelos disse...

Patrícia Vasconcelos

O Jornaleiro é o nome da banca de revistas que visitei no Brasília Shopping, na Asa Norte. A loja que fica no 1º piso, em frente a Lojas Americanas e ao lado da badalada loja de vestuário Colcci e vizinha da única papelaria do shopping a Marisol Papelaria, apresenta um leque de variedade em revistas e jornais nacionais e internacionais para atender sua clientela.

Um aspecto peculiar do estabelecimento é o horário de atendimento ao público do shopping e dos funcionários e empresários Edifício Empresarial Brasília Shopping. O horário das 10 horas às 22 horas deve-se a rotina de funcionamento do shopping.

O proprietário de O Jornaleiro Joaquim Leal, 76 anos, não estava no local. Porém, seus simpáticos e sempre prestativos funcionários responderam as minhas perguntas. A atendente Ana Paula Souza, 25 anos, relatou que em relação aos jornais de Brasília o Correio Braziliense é o campeão em vendas. Já os jornais do eixo Rio-São Paulo O Globo (RJ) e Folha de São Paulo (SP) são os mais procurados. Em relação às revistas femininas as mais vendidas são Cláudia, Marie Claire e Vouge Brasil. As de caráter noticioso Veja, Istoé e Época são as mais procuradas.

Anônimo disse...

Um lugar para todos os gostos, a banca da QE 09 do Guará I, um atrativo para todas as idades, pois tem várias opções de entretenimento e informação. Ali, em um pequeno espaço se encontra inúmeras opções de revistas, jornais, gibis entre outros....
Trás ao público que se desloca até a banca da diversão a educação, os freqüentadores da banca maioria das vezes são as crianças devido á próxima localização de uma escola, fim de semana é atrativo para o público masculino procurar jornais, o mais vendido Correio Brasiliense e as revistas Veja e Isto é.
As revistas Caras, Claudia e Nova tem seu público alvo as mulheres, que nos dias de hoje tem se mostrado bastante exigente.
Em Brasília e na maioria das cidades satélite existem várias bancas de jornais e revista, que já se tornou uma prestadora de serviço para a população.
Elainy Cristina

Taynara disse...

Hoje no fim da tarde visitei a banca do Robson, um colega que trabalha por lá há três anos. E o mais inacreditável, como já o conhecia nem lembrei de perguntar qual o nome da banca, realmente dei a maior furada. Mas posso acrescentar que fica entre as quadras 06, 10 e 12 do Guará I.
Na entrada da banca, os jornais tem maior destaque e em seguida surgem as revistas mais buscadas. Conforme Robson, as revistas mais vendidas são Veja, Capricho, Playboy, Nova, Turma da Mônica e Coquetel. O rapaz contou que os clientes são fixos, geralmente com mais de 30 anos. E que as crianças olham mais as revista de fofoca e de desenhos, não ligam muito para informação e no fim sempre levam um doce.
As revistas com menos procura são sobre carros e ciência, mas ele disse que isso acontece porque os clientes tem perfis diferentes destes assuntos, porque em outra banca que ele já trabalhou na Asa Sul esses exemplares vendem mais.
A experiência de passear na banca foi boa, mas o tempo que fiquei lá,
apenas três adolescentes passaram para ver notícias sobre as novelas.

Taynara Aires

Anônimo disse...

Costumo comprar revistas e jornais duas ou três vezes por semana na “Revistaria Agenda”, localizada na Galeria dos Estados. Os freqüentadores da banca são os autônomos, servidores de órgãos públicos, comerciantes, vendedores, entre outros. O que chama a atenção do público é a variedade de revistas (para todos os gostos). Elas ficam expostas do lado externo do estabelecimento, para facilitar a visualização de quem percorre a Galeria. As revistas voltadas para o público feminino como Nova, Manequim, Capricho, Cláudia, Marie Claire são bem cotadas. Observa-se, ainda, que os exemplares sobre o mundo artístico (fofocas) despertam a curiosidade das mulheres, por isso ficam em local de fácil acesso. Já os homens continuam investindo mais na revista Playboy. Quanto às revistas noticiosas, destacam-se a Veja, Isto é, Carta Capital e Época.

Vânia Barbosa

Lorraine disse...

Lorraine Nava
Na quadra 403 norte existe uma banca que chamou muito minha atenção. A primeira coisa que se vê ao se aproximar da banca são pirulitos, doces, sorvetes e salgados organizados próximos a uma seção de revistas em quadrinhos, álbuns de colagens, almanaques e ao lado revistas para o público adolescente. Na seção infantil as revistas mais vendidas são da Turma da Mônica e High Schooll Music, já no público adolescente a mais vendida é a Querida.
Todas as revistas ficam organizadas por seções sendo as revistas voltadas para o público masculino as que ficam mais escondidinhas. Revistas para mulheres ficam próximas as das crianças e adolescentes, com muitas revistas de noivas, culinária, crochê. As mais vendidas femininas são a Nova e Manequim e as revistas mais vendidas na banca são a Caras, Contigo e Veja e a banca é freqüentada em sua maioria por mulheres , de classe média de 20 á 60 anos.
Na seção masculina a maioria das revistas é pornográficas, poucas revistas sobre automóveis. As outras revistas são sobre história, língua portuguesa, Viagem, animais e revistas científicas, a última contendo vários exemplares, porém a saída é pequena e o dono da banca o senhor Antônio Gabriel pretende diminuir bastante o número de exemplares desse gênero.
Os jornais disponíveis são o Correio Brasiliense, Jornal de Brasília, Aqui D.F e na hora H.
Além de todos esses serviços a banca ainda vende Lanches, recargas para celular Vivo e Claro, cartões telefônicos, canetas e isqueiros.

Daiana Lima disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Daiana Lima disse...

Não tenho hábito de frenquentar bancas de revistas. Mas, hoje (6), visitei a “Banca de Revistas Sandu”, que fica em Taguatinga Sul, em uma das avenidas principais. O funcionário que me atendeu, Ronaldo da Silva, mais conhecido como “bigode”, disse estar a “tanto tempo ali que já se sente parte do estabelecimento”. Fui bem atendida, o funcionário mostrou bastante conhecimento dos produtos e afirmou conhecer todos os clientes, “e por nome, os mais antigos, claro” ressaltou bigode. Para o público masculino, Veja e Playboy é a preferência. Já para as mulheres, revistas como Marie Claire, Capricho e Claudia disparam na frente. “As mulheres preferem os exemplares sobre moda e fofoca” afirma o vendedor. Revistas de jogos e palavras cruzadas são muito procuradas, “muitas vezes, é preciso fazer pedido fora do prazo mensal”. A Banca também costuma ser muita visita por crianças e adolescentes, que preferem gibi, tatuagens, além dos jogos, para os garotos. No entanto, o campeão de vendas diárias é o jornal, Correio Braziliense e Jornal de Brasília, respectivamente. Mesmo assim, o funcionário garante que procura ter bom relacionamento com os clientes e, sempre que possível, mostra as revistas para que as pessoas levem o produto. “Acho importante as pessoas lerem sempre e incentivo que levem as revistas para casa” diz o atendente.

Daiana Lima

daniele disse...

Moro em Águas Claras e por mais que pareça impossível, quase não temos bancas de revistas. Visitei uma revistaria no Shoping da cidade chamada Almanaque, o Proprietário, muito jovem e simpático, disse que sempre gostou de revistas e que teve como idéia montar a revistaria por não ter opções na cidade, só reclamou do preço do ponto.Ele esclareceu que as revistas de mais vendagens são as de decorações, arquitetura, outras que também tem garantido um público fiél são as de corpo e saúde. Perguntei sobre as revistas mais famosas de fofocas ou política, ele me informou, para minha surpresa, que essas não saem mais como antes, ou as pessoas compram jornais, ou realmente compras as de entretenimento, "Veja, Época, revistas cientificas, ficam atrás de revistas sobre carros." Comentou o jovem proprietário.

Daniele Sobreira
7° semestre noturno.

Ana Gabriela disse...

Na manhã de domingo visitei a banca de revistas Boa Vista que fica na CL 203 de Santa Maria, onde fui por sinal muito bem atendida por Deslita e Francisco. Eles me informaram que o público que mais frequenta o estabelecimento são jovens e senhoras, eles acreditam que talvez seja pelo fato de ser próxima à uma escola e um supermercado. E na maioria das vezes compram gibis, revistas de bordado e de música.O que mais me chamou a atenção foi a ética dos proprietários, que decidiram deixar de vender revistas pornográficas para não incentivarem os leitores a ler, aquilo que eles não acham correto, dentro de seus princípios.

Ana Gabriela/7º semestre/jornalismo/noturno.

Anônimo disse...

Ao visitar a Banca de revista, Três Andorinhas, localizada na QE 26, Guará II, o que se percebe é que o ramo possibilita negociar uma variedade de produtos. Além de revistas e jornais, são comercializados: doces, chicletes, isqueiros, DVDs, apostilas para concurso, livros... Só não, bebidas.
Com inúmeras informações, os segmentos são separados por prateleiras. Na entrada e no centro ficam os impressos mais procurados. E no fundo, revistas pornográficas, religiosas, romances.
Referindo-se aos leitores, à proprietária da banca, D. Marluce, conta que, a mulherada gosta mesmo, é da fofoca, isto é revistas que falem sobre o mundo das celebridades. E também, das revistas de moda e beleza. Já o público masculino, além do jornal, busca revistas esportivas; Veja, Isto É, Exame. Sem esquecer a revista Playboy.
Quanto aos adolescentes, as meninas gostam de revistas que seguem a linha da Capricho. Os meninos se interessam por informática, música. As revistas pornográficas que eles procuram bastante, não são liberadas pela D. Marluce, por ser imprópria para menores.
O interessante foi saber que a revista Caras, quando fornece algum brinde, vende bastante. Sendo assim, a proprietária reserva as revistas para uma clientela fixa. Ela afirma que, promoção, é um grande estímulo a venda.
Outro detalhe foi perceber que, os proprietários, criam um relacionamento positivo com seus clientes, a fim de que estes tenham fidelidade à banca. O Sr. Ernesto é um bom exemplo. Todos os dias faz caminhada, e na volta passa por lá. Entre uma conversinha e outra leva seu jornal.
Por fim a banca visitada tem várias opções de impresso nacional e internacional. De cabelo a religião, passa por todos assuntos e públicos específicos.

Marta Alves Martins
7º Semestre-Jornalismo Noturno