domingo, 30 de setembro de 2007

Uma nova era

Não estava tendo tempo para fazer postagens, mas agora txto devidamente arrumado e alterado. Sem "cópias".



Uma nova era.

Há muito tempo no Brasil o atraso tecnológico em relação à outros países rondam os corredores dos principais veículos de comunicação. Surgiram então, iniciativas de implantação da Tv digital. As vantagens são muitas; desde a recepção de sons e imagens com maior qualidade, à criação de novos canais. Os prós e contras desta nova fase da tecnologia brasileira fazem parte das pesquisas realizadas durante o desenvolvimento dessa nova idéia. Desde que começamos a pensar na imagem digital, o Governo Federal já retirou verba do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações, e investiu na criação de equipamentos e no desenvolvimento do novo. De acordo com o Governo, Universidades, Institutos de Pesquisa e Empresas Privadas contam com pesquisadores e técnicos para o desenvolvimento do projeto.Foram analisados três modelos, o americano ATSC, o DVB (europeu) e o ISDB, com tecnologia japonesa, o qual foi considerado o melhor. Para as autoridades brasileiras, esses modelos não superaram as expectativas das emissoras de televisão, mas serviram de base para o desenvolvimento de um modelo aqui no país. De acordo com os especialistas, os atuais aparelhos de Tv não precisam ser trocados, pelo menos inicialmente. Serão desenvolvidos adaptadores para receber a transmissão digital e que poderão ser usados por, aproximadamente, dez anos; Mas quem não adquirir o conversor de sinais, continuará recebendo a transmissão analógica pelo mesmo período mesmo quem não possui meios de comprar conversor ou mesmo um novo aparelho de Tv.Existe uma linha que afirma que essa inovação tecnológica vai gerar exclusão, outros, no entanto, acreditam que o resultado desta nova empreitada só será visto após a implementação efetiva da Tv digital.
Por Elyne Nobre de Moura

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

RELICÁRIO – OS GRANDES COMUNICADORES

Grandes histórias nunca morrem. Grandes comunicadores também não. Verdadeiras lendas vivas ainda fazem parte da comunicação ratificando o sucesso como tesouros da história para sempre.




Nascido no Rio de Janeiro, numa família de imigrantes de classe média, sua maior motivação era batalhar por uma vida melhor. Determinado a ganhar dinheiro, Senor Abravanel apostou em seu maior dom: a comunicação.


Este é Silvio Santos, um empresário precoce, que foi camelô, animador, radialista. Usou de seu impressionante poder persuasivo para tornar-se um marco na história da comunicação.


Ela, abandonou a carreira musical para se dedicar mais ao rádio. E desde os primeiros dias da implantação da TV, esteve diretamente ligada à comunicação, fazendo história como apresentadora. O nome dela? Hebe Camargo!

Como Hebe e Silvio Santos outros grandes comunicadores também se destacaram e fizeram a diferença nos veículos de comunicação.

A chamada época de ouro, na TV ou no rádio, trazia sempre uma diversidade de atrações musicais, telenovelas e entretenimentos que iam dando forma à atual indústria da telecomunicação.

Nos anos 60 os meios de comunicação passaram por renovações que alteraram profundamente a relação do público com os comunicadores da época, pois a tecnologia começou a permitir maior integração entre ambos e um maior alcance à informação.

Os programas de auditório contribuíram para que a introdução dos veículos de comunicação e seus comunicadores se tornassem fenômenos e se consolidassem diante de um panorama revolucionário da Tv.


Porém, os três tinham características em comum como divulgação de música popular brasileira e bancada de júri com personalidades da época, logicamente cada um a sua maneira. Hebe, por exemplo, fixou-se como um “hall de entrada” para grandes nomes de passagem por São Paulo, pois seu programa atingia – além de populares – um público mais exigente e questionador, que buscava, além de música de qualidade, variedades como moda e entrevistas.


Outra referência na arte de se comunicar foi Chacrinha, que ousou por apresentar um estilo irreverente diante das câmeras. Com uma buzina pendurada no pescoço e um abacaxi nas mãos, o pernambucano que também iniciou carreira no rádio, lançou muitos artistas com seu programa de calouros. Dono de bordões populares e na companhia de suas ‘chacretes’, à época verdadeiras musas, conquistou público e audiência com o que mais sabia fazer, se consagrando o primeiro comunicador do Brasil.




No relicário da comunicação brasileira, guardados como estes são os fragmentos que constroem e mitificam, com sucesso retumbante, um baú de jóias raras. Verdadeiros tesouros da história.
Artigo por Raphaela Almeida
Reedição, 28/09/2007.

Revista Brasileiros online - Exercício



Olá,


Observe as características, linguagem, público, projeto editorial e gráfico, divulgação dentre outros e faça um breve resumo com as suas considerações a respeito da Revista Brasileiros.

Entrega da atividade na próxima aula, em sala.