Mostrando postagens com marcador textos alunos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador textos alunos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Coluna / Jornal Nacional - Curiosidades e Polêmicas

O Jornal Nacional foi o precursor na história do telejornal brasileiro. Sua estréia aconteceu no dia 1º de setembro de 1969, transmitido em rede nacional. O jornal contou com a participação dos apresentadores, Cid Moreira e Hilton Gomes. A Rede Globo, emissora desse telejornal, apostou no novo sistema de microondas da Embratel e teve uma resposta expressiva na década de 70, houve uma explosão nos índices de audiência.
Nos anos 80, o telejornal teve sua imparcialidade questionada em três episódios diferentes. Em 1982, época em que aconteceram as eleições para o governo do estado do Rio de Janeiro, o JN foi acusado de tentar fraudar as eleições. Já em 1984, o Jornal Nacional foi acusado de não divulgar informações sobre a campanha das Diretas Já. O JN noticiou o grande comício na Praça da Sé, em São Paulo, no dia 25 de janeiro na mesma matéria em que mostrou as comemorações do aniversário da cidade, dada a importância dessa campanha, ela não teve o destaque devido dado pelo jornal. Ainda em 1989, a causa do furor foi a edição do debate presidencial apresentado dias antes das eleições. O candidato Fernando Collor de Mello teria sido favorecido por essa emissora. Na década de 90, a violência policial na Favela Naval de Diadema, a entrevista com Paulo César Farias e a apuração de casos de fraudes na previdência social com a prisão de Jorgina de Freitas, entre outros, foram considerados grandes furos de reportagem.
O Jornal Nacional, ao longo de mais de 35 anos, contou com vários apresentadores. Dentre eles, alguns nomes de destaque: Sérgio Chapelin, Celso Freitas, Lílian Witte Fibe e outros. Atualmente, o casal William Bonner e Fátima Bernades formam uma dupla impecável, há quase 10 anos juntos. Aos sábados e nas férias do casal, alguns profissionais “também” de destaque, participam do rodízio, entre eles, Sandra Annenberg, Alexandre Garcia, Renato Machado, Chico Pinheiro e outros.

sábado, 13 de outubro de 2007

Jornalismo de Revista - sempre em construção: CARTA AO LEITOR - Leia Aqui!


Poluição de ofertas

Por Douglas Bonfim

Dizem que é para chamar atenção, outros reclamam que, justamente, tiram a atenção de quem dirige e, além disso, sujam e poluem visualmente a cidade. Com certeza você já viu muitos por aí. Iluminados e com alta tecnologia, ou mais simples, sustentados por estruturas de madeira. Estou falando dos outdoors, uma palavra do vocabulário inglês, aliás, mais uma incorporada ao nosso cotidiano, para designar o termo mídia externa.

Pode se dizer que o outdoor, traduzindo para o português, placa de publicidade, foi uma das primeiras estratégias para atrair possíveis clientes. Para se ter uma idéia, antes de Cristo, na Mesopotâmia, comerciantes de vinho anunciavam suas ofertas com descrições nas pedras. Os gregos também abusavam da criatividade para vender, trocar e comercializar suas mercadorias.

Dia desses, li num dos jornais mais vendidos da cidade que o Governo do Distrito Federal ganhou na justiça o direito de retirar os outdoors, ou frontlights, próximos ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubistchek. As 13 estruturas pareciam já fazer parte do local. Mas, temos que concordar, agora ficou muito melhor. A Infraero que alugava a área, dessa vez, por enquanto, não recorreu da decisão.

Essa categoria de mídia sem dúvidas gera muitos empregos. Porém, não acredito que JK, Oscar Niemeyer e Lúcio Costa pensaram Brasília com suas obras esculturais tampadas pelas promoções das Casas Bahia. Na verdade, os monumentos, prédios e obras de arte não deixam de ser outdoors, pois expõem e divulgam a arte e a beleza de uma cidade projetada para ser a capital de todos os brasileiros.

A idéia do pessoal da publicidade talvez não seja poluir e causar acidentes, mas de, assim como suas demais categorias, tem o mesmo objetivo, provocar sensações, inquietações e com isso conseguir vender seus produtos.

O problema é que existem muitas empresas que têm o mesmo foco. Contudo, uma coisa ninguém pode negar: que é interessante, ah! Isso é. Quantas pessoas já não se imaginaram nas ilhas do Caribe, dirigindo o novo Vectra GT, deitado ao lado da mulher capa da última Playboy ou cabendo dentro daquele lingerie da C&A?

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

preparados....

Professora, corrigi a minha enquete, mais tem um probleminha não consegui mexer nas fotos q vc me pediu.
Se conseguir mexer, fique a vontade!
abraços.
Priscilla

terça-feira, 9 de outubro de 2007

CARTA AO LEITOR - Leia Aqui!

Leia Aqui!

É com imenso prazer que anunciamos o nascimento da Revista Textual, elaborada pelos alunos e professores de comunicação do Unicesp.
Depois de várias dúvidas em relação ao que os alunos gostariam de ler, noites e dias de pesquisas, eis que surgiu a mais elaborada e irreverente revista de comunicação.
Nesta edição, traremos um pouco da realidade de um comunicador. As lutas passadas, a força de vontade de batalhar por aquilo que almeja e o sonho realizado após tantas batalhas.
Não é só de jornal e televisão que vive o jornalismo. Nossa repórter Fernanda fez uma linha do tempo, mostrando a realidade das revistas, do ano em que nasceram, à década de 70. Haja história.
E quando se fala em jornalismo, quem não lembra de cara do Jornal Nacional? Quem nunca parou para pensar em como ele é produzido e faz tanto sucesso. A repórter Eliane Tomaz, da as dicas e revela algumas dessas curiosidades.
E já que o jornal é um dos meios de comunicação mais procurado, porque não reservar um espaço para falar sobre os mais baratinhos e que conseguem atingir as sociedades de baixa renda pelo preço acessível e a linguagem utilizada? Você, leitor do Correio Brasiliense, Jornal de Brasília ou mesmo do Na Hora H, sabe como esses pequenos jornais sobrevivem? Vai descobrir com a matéria de Ari Garcia, em uma entrevista descontraída com Ivana Garcia, jornalista e relações publicas.
Se interessou? Bateu aquela curiosidade? Sinta – se à vontade e entre nesse mundo do conhecimento.


Por Elyne Nobre de Moura

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

envio de material sobre revista

Soll,

Enviei para o seu e- mail o texto, com devidas correções e fotos.
beijos,

fer

domingo, 30 de setembro de 2007

Uma nova era

Não estava tendo tempo para fazer postagens, mas agora txto devidamente arrumado e alterado. Sem "cópias".



Uma nova era.

Há muito tempo no Brasil o atraso tecnológico em relação à outros países rondam os corredores dos principais veículos de comunicação. Surgiram então, iniciativas de implantação da Tv digital. As vantagens são muitas; desde a recepção de sons e imagens com maior qualidade, à criação de novos canais. Os prós e contras desta nova fase da tecnologia brasileira fazem parte das pesquisas realizadas durante o desenvolvimento dessa nova idéia. Desde que começamos a pensar na imagem digital, o Governo Federal já retirou verba do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações, e investiu na criação de equipamentos e no desenvolvimento do novo. De acordo com o Governo, Universidades, Institutos de Pesquisa e Empresas Privadas contam com pesquisadores e técnicos para o desenvolvimento do projeto.Foram analisados três modelos, o americano ATSC, o DVB (europeu) e o ISDB, com tecnologia japonesa, o qual foi considerado o melhor. Para as autoridades brasileiras, esses modelos não superaram as expectativas das emissoras de televisão, mas serviram de base para o desenvolvimento de um modelo aqui no país. De acordo com os especialistas, os atuais aparelhos de Tv não precisam ser trocados, pelo menos inicialmente. Serão desenvolvidos adaptadores para receber a transmissão digital e que poderão ser usados por, aproximadamente, dez anos; Mas quem não adquirir o conversor de sinais, continuará recebendo a transmissão analógica pelo mesmo período mesmo quem não possui meios de comprar conversor ou mesmo um novo aparelho de Tv.Existe uma linha que afirma que essa inovação tecnológica vai gerar exclusão, outros, no entanto, acreditam que o resultado desta nova empreitada só será visto após a implementação efetiva da Tv digital.
Por Elyne Nobre de Moura

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

RELICÁRIO – OS GRANDES COMUNICADORES

Grandes histórias nunca morrem. Grandes comunicadores também não. Verdadeiras lendas vivas ainda fazem parte da comunicação ratificando o sucesso como tesouros da história para sempre.




Nascido no Rio de Janeiro, numa família de imigrantes de classe média, sua maior motivação era batalhar por uma vida melhor. Determinado a ganhar dinheiro, Senor Abravanel apostou em seu maior dom: a comunicação.


Este é Silvio Santos, um empresário precoce, que foi camelô, animador, radialista. Usou de seu impressionante poder persuasivo para tornar-se um marco na história da comunicação.


Ela, abandonou a carreira musical para se dedicar mais ao rádio. E desde os primeiros dias da implantação da TV, esteve diretamente ligada à comunicação, fazendo história como apresentadora. O nome dela? Hebe Camargo!

Como Hebe e Silvio Santos outros grandes comunicadores também se destacaram e fizeram a diferença nos veículos de comunicação.

A chamada época de ouro, na TV ou no rádio, trazia sempre uma diversidade de atrações musicais, telenovelas e entretenimentos que iam dando forma à atual indústria da telecomunicação.

Nos anos 60 os meios de comunicação passaram por renovações que alteraram profundamente a relação do público com os comunicadores da época, pois a tecnologia começou a permitir maior integração entre ambos e um maior alcance à informação.

Os programas de auditório contribuíram para que a introdução dos veículos de comunicação e seus comunicadores se tornassem fenômenos e se consolidassem diante de um panorama revolucionário da Tv.


Porém, os três tinham características em comum como divulgação de música popular brasileira e bancada de júri com personalidades da época, logicamente cada um a sua maneira. Hebe, por exemplo, fixou-se como um “hall de entrada” para grandes nomes de passagem por São Paulo, pois seu programa atingia – além de populares – um público mais exigente e questionador, que buscava, além de música de qualidade, variedades como moda e entrevistas.


Outra referência na arte de se comunicar foi Chacrinha, que ousou por apresentar um estilo irreverente diante das câmeras. Com uma buzina pendurada no pescoço e um abacaxi nas mãos, o pernambucano que também iniciou carreira no rádio, lançou muitos artistas com seu programa de calouros. Dono de bordões populares e na companhia de suas ‘chacretes’, à época verdadeiras musas, conquistou público e audiência com o que mais sabia fazer, se consagrando o primeiro comunicador do Brasil.




No relicário da comunicação brasileira, guardados como estes são os fragmentos que constroem e mitificam, com sucesso retumbante, um baú de jóias raras. Verdadeiros tesouros da história.
Artigo por Raphaela Almeida
Reedição, 28/09/2007.

sábado, 22 de setembro de 2007

Revista/Linha do tempo

Revista nossa de cada dia

Fernanda


Independente da evolução tecnológica nos encantamos pelos detalhes perfeitos na produção de uma revista. Suas páginas em papel couchê, com fotos e imagens coloridas desfila o talento de grandes profissionais. Como uma tela ao ser trabalhada por um artista elas nos fascinam.
A escolha e mistura do texto com a imagem transforma um conteúdo difícil ou complicado para que tenhamos uma fácil compreensão. Independente se são para entretenimento ou não as revistas fazem parte do nosso cotidiano e a cada uma delas temos sentimentos diferentes.
Somos capazes de nos divertir com as Histórias em Quadrinhos assim como, sorrir das velhas piadas nas revistas Seleções da Reader’s Digest.
Preocupamos-nos com a situação da camada de ozônio ao lermos National Geographic ou com os bombardeios em Israel na capa da Time.
Este é o mundo que as revistas nos proporcionam: do riso ao pranto. Tornando – nos pessoas mais conscientes do mundo ao nosso redor. Capacitando – nos a exigirmos mais dos nossos governantes.
Questionamos se a internet, a televisão e os jornais impressos que não se aprofundam nos assuntos apresentados. Contam-nos a verdade dos fatos que acontecem ao nosso redor.
Certamente este é um das muitas cartas na manga que as revistas têm: o tempo para aprofundar-se sobre determinado assunto.
Ao folhearmos uma revista não vemos/lemos apenas as matérias ou fotografias impressas em suas páginas. Identificamos-nos com um grupo e somos identificados. De todas as mídias, certamente, a revista é a mais democrática, pois para cada assunto há um grupo específico. Entre outras vantagens está a de maior durabilidade, em relação aos jornais impresso, o que nos dá a oportunidade de relermos, quantas vezes nos for necessário, um determinado assunto.
A Revista é o resultado e reflexo do que somos, do que desejamos e do que fazemos da nossa sociedade.

Um Breve Histórico das Revistas lançadas no Brasil e no mundo


Ano de 1600

*1611 – Lê Mercure – França
*1631 – La Gazeta – França
*1663 - Erbauliche Monaths-Unterredungen – Alemanha
*1672 – Lê Mercure Galant – França
*1693 – Mercúrio das Senhoras (1ª revista feminina) - França

Ano de 1700

*1741 - American Magazine ou Monthly View – Estados Unidos
*1741 – General Magazine – Estados Unidos

Ano de 1800

*1808 – Correio Braziliense ou Armazém Literário – Brasil
*1812 – As Variedades ou Ensaios de Literatura - Brasil
*1823 – Guarita de Pernambuco – Brasil
*1828 – O Espelho Diamantinho (1º Revista feminina) - Brasil
*1830 – Revista da Sociedade Filomática - Brasil
*O Beija Flor - Brasil
*1831 – O Espelho das Brazileiras (1º revista feminina) – Brasil
*A Voz Paulistana – Brasil
*1832 – A Mulher do Símplicio ou a Fluminense Exaltada – Brasil
*1835 – Cosmopolitan – Estados Unidos
*1835 – Jornal de Variedades (imprensa feminina) – Brasil
*1842 – Illustrated Londo News – Inglaterra
*1867 – Hapers Bazaar – Estados Unidos
*1876 – Queen ( que depois mudou para McCalls) – Estados Unidos
*1883 – Ladies Home Journal – Estados Unidos
*1885 – Good Housekeeping – Estados Unidos
*1888 – National Geographic – Estados Unidos
*1892 – Vogue – Estados Unidos

Ano de 1900

*1923 – Time – Estados Unidos
*1925 – The New Yorker
*1927 –O Cruzeiro - Brasil
*1933 – Nesweek – Estados Unidos
*1933 – U.S.News and World Report – Estados Unidos
*1933 – Esquire – Estados Unidos
*1934 – Pato Donald - Estados Unidos
*1945 – Elle - França
*1936 – Life – Estados Unidos
*1938 – Superman – Estados Unidos
*1944 – Hola! - Espanha
*1947 – Der Spiegel – Alemanha
*1948 – Paris Match – França
*1948 – Stern – Alemanha
*1950 – Cinelândia - Brasil
*1952 – Manchete - Brasil
*1953 – Lexpress – França
*1953 – Playboy – Estados Unidos
*1957 – Capricho - Brasil
*1959 – Época – Itália
*1959 – Senhor - Brasil
*1962 – Panoramda – Itália
*1974 – People – Estados Unidos

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

coluna - Jornal Nacional: curiosidades e polêmicas

O Jornal Nacional foi o precursor na história do telejornal brasileiro, transmitido em rede nacional. No dia 1º de setembro de 1969, Cid Moreira e Hilton Gomes foram os apresentadores do JN. A Rede Globo, emissora desse telejornal, apostou no novo sistema de microondas da Embratel. O JN foi assistido simultaneamente por várias cidades brasileiras. Na década de 70, os índices de audiência atingiram um número expressivo, chegaram aos 70 pontos.
Na década de 80, o telejornal teve sua imparcialidade questionada em três episódios diferentes. Em 1982, época em que aconteceram as eleições para o governo do estado do Rio de Janeiro, o JN foi acusado de tentar fraudar as eleições. Em 1984, o Jornal Nacional foi acusado de não divulgar informações sobre a campanha das Diretas Já. O JN noticiou o grande comício na Praça da Sé, em São Paulo, no dia 25 de janeiro na mesma matéria em que mostrou as comemorações do aniversário da cidade. Em 1989, a causa do furor foi a edição do debate presidencial apresentado dias antes das eleições. O candidato Fernando Collor de Mello teria sido favorecido por essa emissora. Na década de 90, a violência policial na Favela Naval de Diadema, a entrevista com Paulo César Farias e a apuração de casos de fraudes na previdência social com a prisão de Jorgina de Freitas, entre outros, foram considerados grandes furos de reportagem.
O Jornal Nacional, ao longo de mais de 35 anos, já teve vários apresentadores. Dentre eles, alguns nomes de destaque: Sérgio Chapelin, Celso Freitas, Lílian Witte Fibe e outros. Atualmente, o casal William Bonner e Fátima Bernades formam uma dupla impecável. Aos sábados e nas férias do casal, alguns profissionais “também” de destaque, participam do rodízio, entre eles, Sandra Annenberg, Alexandre Garcia, Renato Machado, Chico Pinheiro e outros.

Eliane Thomaz

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/jornalnacional

Sobrevivência dos Pequenos Jornais de Brasília - reportagem/entrevista


SOBREVIVÊNCIA DOS PEQUENOS JORNAIS DE BRASÍLIA - DF

Entrevista com Ivana Garcia.

Jornalista e Relações Públicas formada pela Faculdade de Comunicação Hélio Alonso do Rio de Janeiro - RJ.

1. Como resgatar leitores para o pequeno jornal?

Por meio de matérias de interesse da comunidade, preferencialmente de utilidade pública social;

por promoções (sorteios);

por distribuição gratuita temporária ou permanente;


2. As matérias dos pequenos jornais tem profundidade?

De modo geral não, no entanto, isto depende da ação da editoria e do compromisso jornalístico do veículo.

3. Você como jornalista considera que o jornal coletivo acrescenta informação?

Apesar de grande parte dos pequenos veículos não investirem em profundidade editorial jornalística e por vezes servirem a interesses políticos ou comerciais locais,qualquer periódico acrescenta informação a sociedade.

4. Esses pequenos tablóides sensacionalistas como os policiais que mostram imagens de muito sangue em suas manchetes, acrescentam informações necessárias?

Acredito que acrescente, porém, se trata de informação distorcida e mal qualificada, pois a prioridade é a venda do exemplar e não a conscientização do leitor frente a um fato. A informação existe e chega à sociedade, porém é de baixa qualidade e distorce o entendimento do leitor, pode não formar opinião legítima.


PEQUENOS JORNAIS SOBREVIVEM NO DF ?

É possível afirmar que sim, pequenos jornais sobrevivem no DF. Isto porque, o Distrito Federal possui características peculiares. Existem empresários-políticos formadores de opinião e capazes de financiar um pequeno jornal como um empreendimento. Claro, haverá um viés mais de interesse particular do que de isenção editorial-jornalística. No entanto, mesmo sob este aspecto, o veículo presta um serviço válido em termos de informações comunitárias. Pois a comunicação de interesse do financiador deve ser sustentada por informações de interesse público. Se o veículo for bem dirigido tecnicamente, ele se fortalece comercialmente e atrai anunciantes, assim, a responsabilidade editorial-jornalística tende a observar os interesses de informação de seu público-alvo, equilibrando-os com os interesses de seus financiadores.

Há muito o que se investigar quanto a abrangência e impacto social dos pequenos jornais no DF. Mas fica nesta breve matéria, um registro importante frente à validade de um veículo de mídia impressa jornalística. Ainda que seja de pequeno porte e servindo a interesses particulares, sempre haverá necessidade técnica e espaço para se publicar fatos e informações legítimas. Caso isso não ocorra, o veículo perde credibilidade e passa a não servir aos interesses particulares de quem o financia, por tanto, a necessidade de informação da sociedade local, preserva condições de sobrevivência de jornais, ainda que pequenos.

Ari Garcia. Em 20/09/07.
Aluno Jornalismo 7º semestre.

Preparados ou não? Eis a questão.(editado)

Numa pesquisa feita na faculdade UnIcesp campus I, com alunos do 1º e 8º semestre do curso de jornalismo, para saber sobre suas expectativas quanto ao mercado de trabalho e quanto a profissão de jornalista, percebe-se que a maioria das pessoas entrevistadas acham que estão preparadas para iniciar na carreira. E as que estão começando o curso, ainda tem aquela visão de que carreira de jornalista é puro glamour .
Há aqueles, que mesmo depois de formados não se acham preparados para atuar na profissão, pois reconhecem que a carga de teorias recebidas na faculdade é muito baixa para os padrões exigidos no mercado que requerem uma boa experiência.


Foi perguntado à eles quais eram as expectativas em relação ao mercado de trabalho, e se estavam preparados para atuar na profissão.


Veja o que eles responderam.

Por: Priscilla Freitas





Fotos: Priscilla Freitas





“Sim. A melhor, pois me aperfeiçoei na área de técnicas de edição fazendo estágio na faculdade. E antes já trabalhava com rádio, e tenho uma boa experiência como radialista, então já fica mais fácil de ingressar no mercado de trabalho”.

Delcimar da Rocha, 47 anos 8º semestre de jornalismo.
























“Sim. As melhores possíveis, já que no decorrer do curso tive a oportunidade de conseguir um estágio na área, estudei com excelentes professores e atuei bastante no programa UNICESP CIDADE da faculdade”.

Geraldo Beckher 25 anos 8º semestre de jornalismo.












“Bom acredito que está prepara para uma nova fase sim. Porém sou consciente das dificuldades de ser uma amadora, em vez que percebo a cobrança em relação a ter experiência na área. Mas acredito que o meu empenho e horas de leitura será o meu diferencial”.

Joselé Monteiro de Carvalho, 35 anos, 8º semestre de jornalismo.

















“Apesar de ver a má atuação dos professores de hoje no mercado, ainda não me acho apta a trabalhar, pois a carga teórica que recebemos na faculdade é muito baixa. A minha expectativa é de estagiar na área para ter experiência pelo menos na parte teórica, e me familiarizar com a profissão.
A partir daí penso que achei a área que vou ter mais afinidade para prosseguir na profissão.”
Aline Montandon, 28 anos, 8º semestre de jornalismo.






“Eu quero contribuir com o pouco que sei e conheço, pactuar pelo melhor do sistema, mesmo que isso pareça ideológico demais”.

Diego Gonçalves de Oliveira, 22 anos, 1º semestre de jornalismo.












“Uma oportunidade para expressar com liberdade a informação, que pode promover ao receptor uma nova visão de assuntos, temas e conceitos.”

Márcia Dias de Vasconcelos, 35 anos, 1º semestre de jornalismo.














“Espero que possa me realizar como pessoa. E como uma boa jornalista passar para o povo o que está acontecendo perto ou longe deles.”
Sammya Alves, 18 anos, 1º semestre de jornalismo.

Coluna - ícones do Jornalismo

Seja na vida particular ou profissional sempre existe áquela pessoa que admirados,seguimos como modelos.E nos diferentes veículos de comunicação observa-se profissionais de jornalismo que ao longo de suas carreiras conseguem superar as dificuldades como Gil Gomes,que fez da gagueira um incentivo para se tornar um bom profissional.Outros por amor ao trabalho arriscam suas vidas como o porta voz da realidade nas favelas Tim Lopes.
Há ainda áqueles que mesmo doentes contínuam a colaborar para que o jornalismo continue seu papel de informar,apurar e denúnciar os fatos mais importantes da sociedade como foi o caso de Chateaubriand e ainda houve o jovem rapaz que levou em frente os negócios da família chegando a montar um verdadeiro império como Roberto Marinho.
É verdade que existem muito outros mas estes quatro é certo:Sempre serão lembrados como vitoriosos.Passam a ser exemplos a ser vivenciados na mémoria das pessoas e se possível seguidos. Assim o textual conta um pouco de suas histórias certo de que amanhã ou depois um de nós possamos ser tão bons como eles foram e são até hoje.
Tim Lopes trazia para o asfalto a realidade da favela.

Foto:Arquivo Globo News.

Arcanjo antoniano do nascimento era o verdadeiro nome de Tim Lopes.Um produtor e réporter da rede Globo,vencedor de prêmios como Esso por repórtagens onde denúnciava a violência e tráfico de drogas nos morros cariocas e a sua última réportagem seria a vida perigosa dos caminhoneiros mas infelizmente não pode realizar devido sua morte cruel por traficantes do Rio de janeiro que via em Tim Lopes uma ameaça aos seus negócios. Tim lopes morreu numa verdadeira bárbarie mas não foi em vão,é exemplo de verdadeira coragem no exercício de sua profissão. E na mesma empresa que Tim Lopes trabalhou,temos Roberto Marinho,o proprietário desta organização tão importante na história da comunicação:Roberto Marinho

Roberto marinho empreendedor e jornalísta de sucesso.

Foto:Arquivo pessoal/agência O Globo.

Roberto Pisani Marinho nasceu no Rio de Janeiro no dia 3 de Dezembro de 1904 e sua morte aconteceu em agosto de 2003. Ainda jovem herdou de seu paí Irineu Marinho a missão de levar em frente seus negócios e fez com muito talento e empreendorismo já que em 1925 ampliou o jornal o Globo,fundando uma cadeia de rádios somente de notícias como até hoje é a CBN.Em 1965 fundou a emissora Rede Globo e hoje possuí um número de empresas conhecida por organizações Globo,uma das mais poderosas em todo o país e realizou um bem social a fundaçao Roberto Marinho.
Assim como Roberto Marinho,Chateaubriand também começou cedo na comunicação e por mais que não tívesse herança famíliar com Marinho,soube se sobressair das dificuldades financeiras,conseguindo montar um grupo que sobrevive até hoje incluíndo empresas em Brasília.

Chateaubriand- O precursor das organizações Diários Assosciados

Foto:Imagem Download por memória viva.www.memoria viva.com.br/histórico htm chateaubrind

Assis Chateaubriand,nsceu na Paraíba no dia 4 de Outubro de 1892,faleceu em São Paulo no dia 4 de outubro de 1968.
Em 1917 no Rio de Janeiro,colaborou com o Correio da manhã,escrevendo o que pensava de suas viagens à Europa. Em 1924 assumiu o jornal Órgão Líder dos Diários Associados e no mesmo ano consegue comprá-lo com ajuda de barões de café como Carlos Leôncio e Percival Farquinha. Chateaubriand teve ao longo de sua vida relação cordiais e sempre movidas a interesses econômicos.
Foi senador pelos estados da Paraíba e Maranhão. Trabalhou até o final de sua vida mesmo depois de uma trombose em 1960 que o deixou paralisado.OsDiários associados passou para um grupo de 22 funcionários dentre eles Paulo Araújo cabral um dos condonímos deste patrímonio. Aqui em Brasília temo três empresas ligadas ao grupo e são Correio Braziliense e as rádios 105fm e planalto am.
Rádio aliás foi o ambiente onde um grande jornalísta investigativo deu início a sua carreira. Estamos falando de Gil Gomse.

Gesto típico nas horas de suas repórtagens.

Foto:Arquivo pessoal,autorizado pelo fotógrafo amador ao site wikipédia em novembro de 2006.(Olimos)

Gil Gomesnasceu em São Paulo,no dia 13 junho de 1940.É Jornalista,repórter policial do rádio e televisão brasileira. Marcou seu estilo pessoal na voz,gestos e maneiras de vestir.
Gil Gomes nasceu em uma família pobre e na infância vendia balas. Sofria de gagueira e imitava os locutores esportivos para superar tal problema.
Aos 18 anos teve seu primeiro emprego como locutor de rádio,chefiou o departamento de jornalismo da rádio Marconi em São Paulo no no de 1960).
Já em 1968 nascia o réporter policial ao cobrir ao vivo um caso de agressão sexual no edifício onde trabalhava.
Trabalhou em 1991 foi para o jornal Aqui Agora do Sistema Brasileiro de Televisão(SBT),atualmente apresenta na tv Tupi de São Paulo programas com índices de audiência que chega aos 16 pontos no Ibope,significando sucesso.

Por:www.google.com.br,http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Jornalistas_do_Brasil


Florisbela Magalhães Arruda
7 semestre noturno

nota/Dica :



Vamos manter vivo o site que possuí um acervo de personagens muitas vezes pouco lembrados na web.
Enviem fotos,documentos os quais poderão ser utilizados pelo site ou digitalizados e encaminhados á uma instituição reconhecida para ser preservado. Lembrando que os créditos de doações enviadas serão todos de quem colaborou.
Entrem no site www.memoriaviva.com.br e saibam mais.
Grande abraço.
Florisbela

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

CARTA AO LEITOR

Nao sei o que eu fiz, mas a minha outra postagem sumiu.
Solange, conforme seu comentário, nao são copias da internet, sao informações retiradas da internet.Dados os quais sem pesquisar nao saberia e como foram classificadas "cópias" resolvi tirar parte das informações. E creio que TV digital seja um tema voltado à comunicação, ja que foi sugerido uma pauta sobre este assunto. Li várias "carta ao leitor" da revista Exame, para tentar identificar essa linguagem, vamos ver se dessa vez deu certo.



Uma nova era.

Há muito tempo no Brasil, o atraso tecnológico em relação aos outros países rondam os corredores dos principais veículos de comunicação. Surgiu então, a iniciativa de implantar a tv digital, onde algumas das vantagens são a recepção de sons e imagens com maior qualidade e a criação de novos canais. Os prós e contras dessa nova fase da tecnologia brasileira fazem parte das pesquisas realizadas, durante o desenvolvimento dessa nova idéia. Desde que começou a falar da tv digital, o governo federal já retirou verba do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações, para investir na criação de equipamentos e no desenvolvimento desse novo padrão de tv. De acordo com o governo, universidades, institutos de pesquisa e empresas privadas, contam com pesquisadores e técnicos para desenvolverem o projeto. Os modelos que foram analisados, o americano ATSC, o DVB que é europeu e o ISDB que vem da tecnologia japonesa, o qual foi considerado o melhor, não superaram as expectativas das emissoras de televisão, mas serviram de base para o desenvolvimento de um modelo aqui no Brasil.
Inicialmente, não será necessário trocar os aparelhos, já que serão desenvolvidos adaptadores para receber essa transmissão digital, que poderão ser usados por aproximadamente dez anos e quem não adquirir o conversor de sinais, continuará recebendo a transmissão analógica por esse mesmo período. Há quem diga que essa inovação tecnológica irá gerar exclusão, outros acreditam nessa nova idéia, o resultado dessa nova empreitada só será visto após sua implementação.


Por Elyne Nobre de Moura

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

RELICÁRIO – OS GRANDES COMUNICADORES


Grandes histórias nunca morrem. Grandes comunicadores também não. Verdadeiras lendas vivas ainda fazem parte da comunicação ratificando o sucesso como tesouros da história para sempre.

Nascido no Rio de Janeiro, numa família de imigrantes de classe média, sua maior motivação era batalhar por uma vida melhor. Determinado a ganhar dinheiro, Senor Abravanel apostou em seu maior dom: a comunicação.
Este é Silvio Santos, um empresário precoce, que foi camelô, animador, radialista. Usou de seu impressionante poder persuasivo para tornar-se um marco na história da comunicação.
Ela, abandonou a carreira musical para se dedicar mais ao rádio. E desde os primeiros dias da implantação da TV, esteve diretamente ligada à comunicação, fazendo história como apresentadora. O nome dela? Hebe Camargo!
Como Hebe e Silvio Santos outros grandes comunicadores também se destacaram e fizeram a diferença nos veículos de comunicação.
A chamada época de ouro, na TV ou no rádio, trazia sempre uma diversidade de atrações musicais, telenovelas e entretenimentos que iam dando forma à atual indústria da telecomunicação.
Outra referência na arte de se comunicar foi Chacrinha, que ousou por apresentar um estilo irreverente diante das câmeras. Com uma buzina pendurada no pescoço e um abacaxi nas mãos, o pernambucano que também iniciou carreira no rádio, lançou muitos artistas com seu programa de calouros. Dono de bordões populares e na companhia de suas ‘chacretes’, à época verdadeiras musas, conquistou público e audiência com o que mais sabia fazer, se consagrando o primeiro comunicador do Brasil.
O ‘velho guerreiro’, como era conhecido, faleceu em 1988, deixando na história marcas que jamais se apagariam e a certeza de que “tudo se copiaria”, como costumava dizer sobre a TV.
No relicário da comunicação brasileira, guardados como estes são os fragmentos que constroem e mitificam, com sucesso retumbante, um baú de jóias raras. Verdadeiros tesouros da história.

Artigo por Raphaela Almeida

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Carta ao leitor

Estamos de volta!!!

È isso ai gente, voltamos!
E dessa vez é para ficar.
Depois de muitas idas e vindas o nosso Textual está ai, com nova coordenação, estrutura e com muitas novidades.
De cara, percebe-se que as pautas estão abertas a todos os estudantes do curso de jornalismo, basta estar atento aos dead lines e querer participar, é claro!
Os coordenadores do projeto pediram urgência com os textos, mas esqueceram que somos, antes de qualquer coisa, trabalhadores e estudantes de jornalismo, logo temos outras matérias para fazer e precisamos de mais tempo. Contudo, o argumento deles tem fundamento: precisamos nos acostumar com o tal dead line e saber trabalhar em equipe. Eles têm razão, mas não precisam pegar pesado com a gente. Tudo na vida é negociável.
Agora se liguem na dica: Nem tudo o que iremos precisar para sermos bons profissionais iremos aprender na faculdade. Por isso, busquem, leiam e procurem atuar na área. O seu futuro depende apenas de você.

Cristiane Maciel
7ºSem/Jornalismo

Carta ao leitor

Bom dia pessoal,




Resolvi fazer a carta ao leitor sobre a tv digital, não estou muito familiarizada com a linguagem de revista, portanto agradeceria às sugestões de mudanças ou algo do gênero.




Uma nova era



Há muito tempo no Brasil, o atraso tecnológico em relação aos outros países rondam os corredores dos principais veículos de comunicação. Surgiu então, a iniciativa de implantar a tv digital, onde algumas das vantagens são a recepção de sons e imagens com maior qualidade e a criação de novos canais. Os prós e contras dessa nova fase da tecnologia brasileira fazem parte das pesquisas realizadas, durante o desenvolvimento dessa nova idéia.
Desde que começou a falar da tv digital, o governo federal já retirou verba do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações, para investir na criação de equipamentos e no desenvolvimento desse novo padrão de tv.
De acordo com o governo,universidades, institutos de pesquisa e empresas privadas, contam com pesquisadores e técnicos para desenvolverem o projeto.
Os modelos que foram analisados, o americano ATSC, o DVB que é europeu e o ISDB que vem da tecnologia japonesa, o qual foi considerado o melhor, não superaram as expectativas das emissoras de televisão, mas serviram de base para ser desenvolvido um modelo aqui no Brasil.

Inicialmente, não será necessário de trocar os aparelhos, já que serão desenvolvidos adaptadores para receber essa transmissão digital, os quais poderão ser usados por aproximdamente dez anos e quem não adquirir o conversor de sinais, continuará recebendo a trasmissão analógica por esse mesmo período.
Há quem diga que essa inovação tecnológica irá gerar exclusão,outros acreditam nessa nova idéia, o resultado dessa nova empreitada só será visto após sua implementação.




Elyne Nobre de Moura








segunda-feira, 17 de setembro de 2007



CARTA AO LEITOR

DIGA AÍ!



"Esta editoria vai ser destinado às cartas dos leitores, onde poderão fazer perguntas( respondidos pelo editor) críticas ou elogios. E para descontrair ou suavizar a(s) pagina(s), sempre colocar uma imagem, pode ser uma charge, uma piada como essa ao lado. Além de textos(não muito longos) introduzindo a matéria da capa." Quando publicarem os textos, eu escrevo essa introdução.



E abaixo dos textos, colocar um box com as informações para entrar em contato, mandar as críticas, sugestões ou perguntas.


Pensei em algo mais ou menos o jeito que está ai em baixo.





Beijos,

Elyne